Poucas categorias de calçado infantil têm tanta variedade como as sapatilhas para menina. Nesta coleção, a RKS junta a Converse mais clássica com as novidades mais tecnológicas do mercado, todas na mesma prateleira.
São 92 referências de marcas como Geox, Pablosky, Biomecanics, Cartoons e Skechers. A escolha certa depende mais do que gosto: depende também do que a criança vai fazer calçada com elas, todos os dias da semana.
14,00 € - 50,00 €
Uma sapatilha de menina clássica, sem grandes tecnologias, costuma ser mais leve e mais barata, mas exige mais participação da criança ou dos pais no calçar.
Já uma sapatilha tecnológica, como as de fecho automático ou luzes, resolve pequenos atritos do dia a dia, ao preço de um custo mais elevado.
O modelo Chuck Taylor All Star, disponível em várias cores e em versão cano alto ou baixo, é o clássico do catálogo.
Entre 44,95€ e 59,95€, não traz nenhuma tecnologia especial, mas continua a ser pedido geração após geração, tanto pelos pais como pelas próprias crianças.
O modelo Cartoons com luzes do Stitch, a 34,95€, acende a cada passo dado, um efeito que continua a ser um dos mais pedidos pelas crianças mais novas na hora de escolher.
A Pablosky e a Biomecanics trazem linhas barefoot, com sola fina e flexível que imita a sensação de andar descalça.
São recomendadas por muitos pediatras para os primeiros anos de caminhada mais autónoma.
As sapatilhas barefoot e os modelos de zapatilhas Skechers de menina mais básicos, como a Dyna Lite, situam-se na faixa mais económica, entre 24,95 € e 39,95 €.
A Converse e os modelos Skechers premium, como o Uno Lite My Drip, sobem até aos 59,95 €, refletindo o valor da marca e alguns detalhes de construção extra.
Não existe uma opção certa para todos os casos: um par mais económico para o dia a dia e um mais especial para ocasiões costuma ser a combinação mais equilibrada, sem gastar mais do que o necessário numa única compra.
Os modelos em tecido, como muitas Converse, podem ir à máquina num programa delicado e a baixa temperatura, sem centrifugação forte.
Já os modelos com luzes ou componentes eletrónicos, como as Cartoons, devem ser sempre lavados à mão, para não danificar o mecanismo interno.
Retirar os atacadores antes de lavar e deixar secar sempre ao ar livre, nunca no secador ou perto de uma fonte de calor direto, também ajuda a preservar a forma original da sapatilha.
Sim, desde que a criança já tenha uma marcha estável. Nos primeiros meses de caminhada mais firme, a sola fina ajuda a fortalecer os músculos do pé, mas para percursos com terreno mais irregular, uma sola com um pouco mais de proteção pode ser mais confortável.
Alternar entre um modelo barefoot e uma sapatilha mais convencional, consoante o terreno do dia, costuma ser a abordagem mais equilibrada para a maioria das famílias.
Ao contrário de uma sandália, uma sapatilha de menina fechada esconde o pé por completo, o que torna mais difícil perceber visualmente se está bem ajustada.
O truque mais fiável é retirar a palmilha, se for amovível, e pedir à criança para pisar em cima dela: deve sobrar cerca de um dedo de espaço entre o final do pé e a ponta da palmilha.
Nos modelos Converse, que costumam calçar um pouco mais justos do que outras marcas, vale a pena considerar meio número acima do habitual, sobretudo se a criança for usar meias mais grossas no inverno.
Para dias de calor intenso, as sandálias para menina deixam o pé respirar mais do que qualquer sapatilha. Para a praia e a piscina, os chinelos para meninas continuam a ser a opção mais prática.
E se o irmão também precisar de sapatilhas novas, as sapatilhas para menino seguem exatamente a mesma lógica de escolha, com outras cores e estampados.
Manter mais do que um par ativo em simultâneo ajuda a distribuir o desgaste ao longo do ano letivo.
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